Na Casa dos 30

"Quando a crise dos 30 bate e você quer correr contra o tempo."

Reflexão sobre Filhos

Uma amiga do Clube das Esposas me perguntou agora há pouco quantos anos eu tinha e com quantos anos eu pretendia ter filhos.

A minha resposta:

“Aos 15, queria ter filhos aos 20.

Aos 18, queria ter filhos aos 25.

Aos 24, queria ter filhos aos 28. Aos 27, queria ter filhos aos 30.

Aos 29, quero ter filhos aos 30.

A beira dos 30, estou com medo de ter filhos aos 30. “

Reclamação Ford

Hoje finalmente criei disposição para responder à pesquisa de satisfação da Ford pela internet e aproveitei para fazer a reclamação que estava engasgada.

Será que adianta alguma coisa?

Segue conversa no atendimento online:

Vanessa Vieira:
Bem-vindo(a), Thais Duarte Schmidt, você está se comunicando com o Centro de Atendimento Ford por meio de uma conexão segura. Em que posso ajudar?

Thais Duarte Schmidt:
Oi Vanessa. Já tive dois pequenos atendimentos agora há pouco. Mas resolvi escrever tudo e só mandar para vocês agora. Se trata de um desabafo sobre o meu atendimento na Ford Sempre Niterói, onde comprei meu novo Fiesta.

Thais Duarte Schmidt:
Acabei de responder a Pesquisa de Satisfação, mas infelizmente não pude escrever tudo que tinha para escrever. Gostaria de falar sobre o atendimento de pré-venda, venda e pós-venda.

Thais Duarte Schmidt:
Fui muito bem atendida no momento da pré-venda. O vendedor procurou descontos e brindes e fez um preço muito bom para o carro. Porém ele informou que não tinha carro disponível no estoque, mas que o carro que queria já estava a caminho, pois já tinha um pedido dele. A promessa era que o carro só chegaria 20 dias depois.

Thais Duarte Schmidt:
Informei que meu carro antigo (Ford Fiesta) seria usado na compra e o mesmo foi avaliado. Aceitei a avaliação e informei que gostaria de financiar o restante. Pedi que viabilizasse o financiamento com uma boa taxa. Isso foi feito pelo Unibanco e no mesmo dia voltei a concessionária para assinar o financiamento. Isto foi um sábado.

Thais Duarte Schmidt:
Ele me disse que caso eu quisesse vender o carro por fora até o dia da entrega do carro novo, que eu poderia fazer e no dia da entrega, eu ao invés de dar o carro antigo, daria o dinheiro. Disse que isso não alteraria em nada o processo de venda/financiamento. Neste momento, assinei um termo de que eu daria o valor do carro do carro antigo no dia da entrega. Como nunca tinha comprado um carro zero, entendi que isso era a promessa de que eu entregaria meu carro antigo no dia.

Thais Duarte Schmidt:
Paguei também valor referente a emplacamento, pois queria sair da concessionária com o carro emplacado, pois não teria disponibilidade para ficar voltando lá várias vezes.

Vanessa Vieira :
Bom dia. Senhora Thais, por gentileza, relate a sua insatisfação.

Thais Duarte Schmidt:
Na segunda, o vendedor me ligou informando que tinha conseguido o carro que eu estava comprando e que me entregaria na sexta-feira. Com todos os acessórios e emplacado.

Thais Duarte Schmidt:
Na quinta, como ele não tinha me ligado para falar sobre a entrega, liguei para saber o horário. Ele perguntou se eu tinha vendido o carro antigo e eu disse que não, que entregaria na entrega do carro novo. Nesse momento, ele me informou que por conta disso o financiamento teria que ser refeito, inclusive todo o processo de oficialização e emplacamento junto ao Detran. Achei aquilo um absurdo e foi nesse momento que começou o meu descontentamento junto a Ford.

Thais Duarte Schmidt:
Na sexta, ele me informou que tinha enviado o financiamento de novo e que eu poderia retirar o carro na terça seguinte. Sendo que eu já tinha programado uma viagem com o carro novo. Não pude viajar.

Thais Duarte Schmidt:
Na segunda a noite, ele me liga e me informa que o carro estava pronto e que eu poderia pegá-lo na terça.

Thais Duarte Schmidt:
Na terça pela manhã, liguei informando que iria pegar o carro durante a tarde, por volta das 15h.

Thais Duarte Schmidt:
De tarde, quando cheguei na agencia, fui informada que o carro não estava emplacado, como eu havia pedido e pago por isso. Fiquei chateada mas continuei com o processo de retirada do veiculo. Quando fui pagar os acessórios, fui informada que o sensor de estacionamento não tinha sido colocado pois estava em falta e só ia chegar na quarta de manhã. Ou seja, O CARRO NÃO ESTAVA PRONTO CONFORME PROMETIDO.

Thais Duarte Schmidt:
Nesse momento, fui reclamar com o vendedor que se sentindo ofendido, faltou com respeito com sua colega de trabalho (vendedora de acessórios) na minha frente. Gritou com ela dizendo que a culpa era dela e que ele não tinha nada a ver com isso.

Thais Duarte Schmidt:
IMPORTANTE: Pra mim, o vendedor era pra mim a pessoa que representava a FORD e devia zelar por tudo que foi acordado na entrega do carro: emplacamento, acessórios, etc.

Thais Duarte Schmidt:
O vendedor foi até a sala do gerente e logo depois o mesmo gritou para a vendedora de acessórios: "O que está acontecendo?" e chamou ela para a sala dele. Isso tudo falando alto e na minha frente. Não sei o que foi dito, só sei que ela saiu chorando da sala do gerente. Foi uma situação constrangedora.

Thais Duarte Schmidt:
Bom, cheguei na concessionária antes das 15h e saí de lá quase as 20h com o meu carro novo.

Thais Duarte Schmidt:
O carro não estava 100% limpo, com os tapetes sujos, plástico apenas no banco do motorista e vários plásticos grudados da lataria do carro (dentro da porta por exemplo), além de vários adesivos coloridos por dentro do carro.

Thais Duarte Schmidt:
Sai da agência e parei no posto de gasolina mais próximo para abastecer. Para minha surpresa, não tinha nada de combustível no compartimento de partida rápida e nada de água no compartimento que joga água no parabrisa. Coloquei água e abasteci o carro.

Thais Duarte Schmidt:
Na quarta, fui informada que o sensor de estacionamento havia chegado e na quinta, fui informada que a placa havia chegado.

Thais Duarte Schmidt:
Na sexta, fui na concessionária emplacar o carro. Resolvi apenas emplacar pois não queria deixar o carro para colocar o sensor, pois iria fazer a viagem que não tinha feito no final de semana anterior.

Thais Duarte Schmidt:
Lá, conversei com o chefe do pós-venda e informei sobre as condições que o carro saiu da concessionária e questionei se o checklist para saída teria sido feito realmente. Segundo ele, foi feito sim e não soube responder o porque de nem água o carro ter. Ficou de refazer o checklist quando eu retornasse com o carro para colocar o sensor.

Thais Duarte Schmidt:
Na terça seguinte (uma semana depois da entrega), levei o carro novamente na concessionária para colocar o sensor e para falar sobre alguns problemas que encontramos no carro, como segue:

Thais Duarte Schmidt:
1) Barulho no volante quando a seta está ligada. Independe do lado que vira o volante.
2) Embreagem: sensação de bolinhas (rolamento) ao passar a 2ª e 3ª marcha.
3) Barulho na frente do carro ao trepidar: normalmente acontece na primeira marcha quando o carro está com rotação muito baixa.
4) Barulho na parte de trás do carro ao trepidar – amortecedor: tututu
5) Barulho na parte de trás do carro – roda: acontece quando o carro está no ponto morto, andando devagar, sem aceleração ou frenagem.
6) 2ª marcha não engata de vez em quando: isso ocorreu várias vezes.
7) Protetor de carter parece estar muito baixo.
8) Acabamento do alarme precisa ser revisto: os fios coloridos estão a mostra no vidro da frente.
9) Cinto de segurança nem sempre retorna por completo.

Thais Duarte Schmidt:
De todos os problemas acima, apenas o item 8 foi resolvido. O item 5 tentou ser resolvido mas ainda ocorre. E todos os outros problemas foi dito pelo gerente do pós-venda que eram normais do carro. Como? O carro é zero! Não poderia ter todos esses problemas.

Thais Duarte Schmidt:
E agora ainda tem mais um: o sensor de estacionamento foi mal colocado e parece que está saindo.

Thais Duarte Schmidt:
Hoje já tem mais de um mês desses acontecimentos, mas sinceramente não tenho vontade de voltar lá para reclamar de mais nada.
Estou procurando um dia livre para levar na Barraford e falar sobre esses problemas, pois acredito que serei bem atendida e terei os problemas resolvidos, assim como sempre tive todos os problemas resolvidos do meu antigo Fiesta.

Thais Duarte Schmidt:
Gostaria de saber se existe uma forma mais eficiente de ter esses problemas resolvidos no meu carro novo, para que a imagem e a reputação da Ford melhore para mim.

Thais Duarte Schmidt:
Aguardo um retorno. Obrigada.

Thais Duarte Schmidt:
Recebeu todas as mensagens?

Vanessa Vieira :
Senhora Thais, sua reclamação foi registrada e será encaminhada à área responsável para as devidas providências a fim de evitarmos que situações como estas se repitam. Lamento o ocorrido e tenha plena certeza que este registro auxiliará a Ford a alcançar a excelência no atendimento e serviços prestados por nossos Distribuidores.

Vanessa Vieira :
Por gentileza, informe se no momento o veículo encontra-se em nosso Distribuidor.

Thais Duarte Schmidt:
Eles dão algum retorno?

Thais Duarte Schmidt:
Não. O veículo está comigo. Desisti de levar na concessionária. Porque o carro estava ficando mais lá do que comigo. E estava ficando irritada com o atendimento. Resolvi aproveitar o carro um pouco e pretendo levá-lo a outra concessionária, no caso a BarraFord.

Vanessa Vieira :
Senhora Thais, esclareço que o seu contato foi registrado para a ciência e providências internas da companhia, no entanto, não receberá um retorno. Solicito que, por gentileza, encaminhe o seu veículo a um Distribuidor Ford e, em seguida, retorne o contato conosco por meio do telefone 0800 7033673 ou atendimento on line e forneça: os dados do veículo (chassi, placa, ano, modelo, data de compra e quilometragem atual), os dados do proprietário (nome, cpf, endereço completo e telefones fixo e celular) e o Distribuidor em que o veículo estiver localizado (nome, localidade, número da Ordem de Serviço e pessoa para contato). Desta maneira, faremos um acompanhamento na análise de seu veículo.

Thais Duarte Schmidt:
Entendi. Vou fazer isso amanhã então. E retorno aqui para passar os dados. Devo levar na concessionária que comprei o carro (Sempre Niterói) ou posso levar em outra (Barra Ford Niterói)?

Vanessa Vieira :
Senhora Thais, poderá encaminhar o veículo ao Distribuidor Ford de sua preferência.

Thais Duarte Schmidt:
Tudo bem. Vou fazer isso. Outra coisa: você precisa dos dados do carro para essa reclamação que fiz ou só o meu nome, CPF e telefone estão suficientes?

Vanessa Vieira :
Senhora Thais, por enquanto, não será necessário que forneça os dados do veículo, no entanto, ao encaminhar o seu veículo ao nosso Distribuidor e retornar o contato para analisarmos o ocorrido, será necessário que informe todos os dados solicitados.

Thais Duarte Schmidt:
Ok. Essa reclamação gera algum numero de protocolo?

Vanessa Vieira :
Aguarde um momento, por favor.

Thais Duarte Schmidt:
Ok.

Thais Duarte Schmidt:
Continuo no aguardo.

Vanessa Vieira :
Obrigada por aguardar. Senhora Thais, o seu contato foi devidamente registrado sob número: 3260547.

Vanessa Vieira :
Posso auxiliar em algo mais?

 

 

 

Bom, vou levar o carro e ver no que dá.

Gasta-se dinheiro para não ter dor de cabeça e é o que mais se tem :-(

Ser Feliz ou Ter Razão?

Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.


Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora, com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.  Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.

Mas ele ainda quer saber:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais...
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

 

MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: “Quero ser feliz ou ter razão?”.

Outro pensamento parecido, diz o seguinte: “Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”.

E ainda: “Às vezes, quando tudo dá errado acontecem coisas maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.”.

(Ideal para o momento... o meu momento...)

Seria TPM?

Sabe aquele dia que você acorda e nada parece dar certo?

Problema 1: Sono. Queria dormir mais, mas o celular me lembrava toda hora que eu tinha que levantar. Tudo bem que esse é um problema diário rs

Problema 2: Roupa para trabalhar. Sabe quando você olha o armário e não vê nada?! Tudo fica ruim. Serio: hoje bati meu recorde. Me troquei umas 6 vezes. Jeans, calça social, camiseta, blusa de manga. Tudo. E nada ficava bom. Só estou com calças largas (antes de emagrecer) e apertadas (de quando emagreci, mas como já engordei, elas estão apertadas). O jeans é a salvação da lavoura.

Problema 3: Sapato. Problema conjunto com o anterior. Na verdade, só estou com uma sandália mega confortável, que é uma rasteira (linda). Só que ela não combina com nada! O resto ou está destroçado ou comido pela Mel ou é largo (uns 4 ou 5 sapatos) ou está apertado e dói meu pé antes de sair de casa.

Acabei saindo de casa com uma calça jeans velha, uma anabela acabada pelo uso e pela Mel e uma blusa basicona de trabalhar. Não me achando nada atraente.

Todo esse processo levou horas. Sai de casa eram quase 10h.

Drama? Pode ser. Acordei doída.

Problema 4: Almoço com amigas. Estou há tempos marcando de almoçar com duas queridíssimas. Quando olho pela janela, um temporal. O almoço era perto pra elas e longe pra mim. Mas normalmente é assim pois posso voltar de ônibus, elas não. Desci e o temporal perdurava. Hunf. Não fui tomar sopinha na Colombo com elas :-(

Aí pelo menos acabei indo pro Botafogo Praia Shopping, almoçando no Livorno e depois tomando cafezinho com browne com os meninos lá da empresa. Menomale.

Ia malhar depois do trabalho, mas aí Eduardo resolveu vir pra casa, então vim com ele.

Problema 5: 1 semana completa sem academia. E o ponteiro só subindo. E as celus só tomando força. Aff.

Na volta, vim piruando e convenci o Eduardo a me ajudar a solucionar o problema 3. Eis que surge o…

Problema 5: Encontrar sandália ou sapato que fique bom nesse pezinho de anjo. Essa é uma tarefa árdua! Impressionante. Digamos que eu tenho pés 36,5 e super magrelos. Olha que delicia! Não sou nem 36 e nem 37, porque 36 fica apertado e 37 fica largo. Ninguém merece.

Nativa, Andarella, Arezzo, Antonela, Cássia, Sapatella, Ferni (antiga Leleco), … nada. Nessa última, eu até experimentei um sapato indicado por uma amiga e ficou mais ou menos. Meio apertado, meio alto nas laterais. Hunf.

Eis que surge na minha mente a imagem de um sapato antigo meu da Nativa que vi no fds na Via Uno. A questão era: onde é essa tal de Via Uno! A mente está falhando. Serio. Só pode ser a idade rs

Finalmente lembrei onde era (perto do cinema no Plaza) e fui lá.

Milagre 1: Nosssaaaaaaaaaaaaaa! Mil sapatos, todos perfeitos, todos dando em mim, todos confortáveis, atendimento impecável. Parecia um milagre divino. rs

As aquisições:

Igual ao que eu tinha da Nativa e que a Mel comeu. Confortável demais!

Paixão a 1a calçada! Super confortável e chiquérrimo no pé!

Adorei esse Peep Toe. Muito, muito confortável! Pro dia a dia mesmo.

Já respondendo às perguntas: Sim, estou numa fase marrom. Continuo na bege, mas voltei para a marrom/caramelo :-)

Milagre 2: Eduardo pagou oS sapatoS!!! Sim porque quando eu encontro o que dá em mim, compro em lote rs Comprei 3 sapatos: um igual ao da Nativa (eles forneciam pra Nativa), um abertinho na frente e um mega alto lindo e mega confortável!!!

Quando saí da Loja, virei pras meninas e disse: “Quando eu chegar lá fora, estará um temporal.” rs Eduardo fazendo graça assim ou é milagre ou tá devendo rs

E não é que pouco depois que chegamos em casa (uns 5 minutos depois que saímos do shopping), não caiu um temporal?! Tive que zoá-lo rs

Sempre disse que não tinha TPM, mas agora estou tendo certeza que tenho sim, pois estou para ficar mestru. O mau humor que me assombrou de manhã não me pertencia! Não sou assim! Sou reclamona, mas mal humorada não! Ainda mais por motivos mega banais!

Total coisa de mulherzinha mesmo rs

Vou até dormir feliz hoje :-)))

Quando, o que fazer e por que fazer

Recebi um e-mail, não sei de onde, com as dicas abaixo. Tudo que a gente já sabe, mas achei bem interessante.

Coloquei mais ou menos na ordem dos acontecimentos da minha vida: café, lanche manhã, malhação, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.

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Carnaval

Carnaval pra mim sempre foi sinônimo de viagem, praia, sol e diversão. Se tiver carnaval é um plus! Pode ser bloco, pode ser funk. Qualquer coisa que anime a galera.

Se não me falha a memória, 90% dos meus carnavais foram em Cabo Frio. Há quem olhe com maus olhos aquela cidade, mas eu sinceramente amoooo! Até mesmo no Carnaval ou em qualquer data festiva, quando a mesma fica insuportável para a maioria. Sempre passei férias por lá. Meu avó era de lá. Tenho familiares lá. Família toda gosta de ir pra lá. Férias, feriado, carnaval. Sempre por lá. Ultimamente, por problemas financeiros, temos ido muito pouco a Cabofe. As últimas vezes fui pra casa dos pais do marido de uma amiga. Meus pais não vão lá há tempos.

Mas voltando ao Carnaval…

Um ano em Salvador, outro em Búzios. Depois que conheci Eduardo, um foi no ES, na casa de praia da mãe dele em Piúma, outro em Floripa (booommmmm demais!), outro em Maricá com uns amigos e ano passado aqui em casa, sozinhos. Hunf.

Fomos à praia no sábado e perdemos o Cordão do Bola Preta. O único bloco que realmente prestou ano passado. O único porque foi o único dia que não choveu. Todos os outros dias choveu muuuiiito! Na terça, a chuva parou um pouco e ainda conseguimos ir no Carmelitas e depois no Se Melhorar, Afunda, aqui de Nikiti. Mas sem grandes animações. Éramos só nós dois.

Mas sabe quando chega a quarta de Cinzas e você tem aquela sensação de vazio, de não ter feito nada? Pois então, assim me senti.

Para meu pavor, esse ano ficarei em casa. De novo. Desta vez, alguns amigos disseram que ficariam aqui em Niterói. Que iremos a blocos, à praia, faremos churrasquinho e tals. Mas será?

Ontem uma amiga sumida, que estava por SP, me ligou, dizendo que estava por aqui e me propondo que fôssemos para Recife. Noosssaaa! Fiquei toda animada! Temos milhas e só restaria ver o hotel. Hoje nos falamos de novo. Ela viu uns preços e eu vi outros em algumas operadoras. Animadinhas que só nós rs

Fomos ao Outback tomar um chopinho (e comemorar, mal sabia eu que antecipadamente) nossa ida pra Recife. Pensamos nos blocos, na folia, em comprar uma fantasia!

Mas do outro lado da mesa, estava o noivo dela. Ex-rato de Salvador, avesso atual aos fervos. Querendo nos convencer que bloco em Recife ou no Rio é tudo a mesma coisa. Pode até ser, mas como não conheço Recife, juntaria o útil ao agradável: conhecer um novo lugar e ainda pular Carnaval. E fora que tem tudo que eu gosto em um Carnaval, como disse antes: viagem, praia, sol e diversão. Os blocos seriam um plus!

As preces dele parecem ter sido ouvidas. Pelos menos para a minha desistência à viagem. Vou explicar… Quando cheguei em casa, toda serelepe, fui mostrar pra Eduardo os valores do hotel em Recife para 4 ou 7 noites. Como temos milhas, só teríamos que nos preocupar com isso. Teoricamente.

Quando, para minha surpresa, Eduardo faz uma cara de mega chocado com os valores e diz: “Impossível!”.

“Meu mundo caiu”. Agora que estava achando que ia finalmente viajar nas minhas férias, fazer algo que valesse realmente a pena, ele foi lá e tirou a bala Juquinha da criança aqui.

Pra algumas pessoas que confessei a minha decepção por ter tirado férias sozinha, por não ter tido companhia nesses 30 dias, por não ter feito nada de útil nas férias, por não ter viajado e ainda por cima por passar Carnaval em casa, acham que eu estou exagerando, que reclamo demais da vida. Segundo Eduardo, eu deveria ter nascido rica. Mas sinceramente, fico triste e mal mesmo. Não gosto de ficar em casa, de ver a vida passando e eu parada, de mãos atadas. Me deixa mal. Deprê confessa.

Bom, “o que não tem remédio, remediado está”. Amanhã completam os meus 30 dias de férias, mais mal aproveitadas que tive. Que venha o Carnaval. Seja o que Deus quiser! E segunda, dia 2, volto à minha rotina de sempre: casa-trabalho, trabalho-casa.

Hunf.

(Tristinha)

Metida, fresca… eu?!

Ontem fui a um Chá de Bebê de uma amiga do Clube das Esposas. Lá em Jacarepaguá.

“E Jacarepaguá é longe pra caramba
Jacarepaguá só se eu tiver de carro
Jacarepaguá só se eu tiver na Barra
Se não não vou nem se amarrado”

Impressionante como tenho ido frequentemente pra lá. Tem um povo bom morando por lá. Família, amigos.

Mas então… Chegando lá, encontrei ainda na rua duas amigas queridíssimas e o marido de uma delas. Como uma mora em Jacarepaguá e a outra em Itaipuaçu, perguntei logo se uma tinha passado na casa da outra para buscá-la. Ai que me disseram estavam vindo de um enduro.

Enduro a pé. Trilhas, mapa, equipe.

Quando teve o curso inicial, era véspera de uma corrida e achei melhor não ir. E não me lembro agora, mas tinha algum compromisso. Sei que não fui e depois elas não falaram mais do tal enduro.

Outro dia, uma delas me encaminhou um e-mail sobre uma caminhada. Não vi grandes movimentações (de e-mails). Um dia antes perguntei se ia rolar ou não. Ai uma delas respondeu dizendo que não ia porque ninguem tinha confirmado e ela tinha marcado outro compromisso.

Queria ter ido. Já estava de férias, de bobeira. Mas enfim…

Quando questionei o porquê de não terem me chamado, elas disseram que estavam até conversando sobre isso indo pra lá. Elas acham que eu não iam gostar, que não tem nada a ver comigo.

“Como assim?”

Pelo que entendi, me acham fresquinha e que eu não iria querer ficar fazendo trilha, passando no meio do mato, escorregando, me arranhando e tal.

“Mas de onde vieram essas suposições?”

Não sabem. Mas acham que eu não gostaria.

Ou seja: Pré-conceitos! Elas formaram uma imagem da minha pessoa e simplesmente assumiram que eu não gostaria de participar desse tipo de evento.

“Mas por que acham isso?”

Fiquei pensando sobre a imagem que passo da minha pessoa. Será que passo que sou fresca, metidinha, chatinha?

Na verdade sou isso tudo mesmo rsrsrs Mas gosto de experimentar as coisas, fazer coisas diferentes.

Quando era mais nova, fazia muita trilha, acampava, passava perrengue. A idade passou, as companhias mudaram e nunca mais fiz nada disso.

Mas isso não quer dizer que eu não goste!

Não gosto de ser rotulada por uma coisa que não é verdade. Se eu já tivesse ido e tivesse sido chatinha, eu até concordaria de acharem isso… Mas não foi o caso.